sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Fu'Un Super Combo (Série)


Savage Reign se passa na primeira metade do Século XXI na cidade fictícia de South Town (a mesma cidade usada nas séries Fatal Fury e Art of Fighting), que agora foi expandida e renomeada para Jipang City. Um misterioso lutador lendário conhecido como King Leo surgiu das sombras e lançou um desafio na televisão para os lutadores mais fortes do mundo lutarem contra ele em um torneio chamado "Battle of the Beast God".

Ele promete uma recompensa em dinheiro e sucesso além da imaginação. 9 lutadores aparecem no torneio, cada um com suas próprias razões para lutar contra King Leo.

Sua continuação, Kizuna Encounter, se passa 1 ano após os acontecimentos de Savage Reign e conta a vingança de King Leo, que se sentiu humilhado depois de ser derrotado por Sho Hayate no torneio anterior. Porém, as regras mudaram: o torneio é de batalha em duplas. As suas verdadeiras intenções só são reveladas antes da batalha final.

Uma série idealizada por Takashi Nishiyama que inicialmente seria outra presequencia de Fatal Fury contando a origem de Geese Howard, foi um dos poucos jogos cancelados da carreira da SNK, que preteriu uma sequencia no lugar de voltar mais uma vez ao passado. Uma série que chamou atenção pelo seu sistema combate assim que saiu, mas logo foi esquecido no meio da enxurrada de outros títulos mais competentes da época. Alguns personagens chegaram a retornar em The King of Fighters XI, mas além disso e uma coletânea com modo online no PlayStation 2 o jogo não foi sequer citado mais pela SNK.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Art of Fighting (Série)


Art of Fighting, lançado originalmente como 龍虎の拳 (Ryuuko no Ken), que pode ser traduzido literalmente como "Punho no Dragão e do Tigre" mas também pode ser interpretado como "Punho de 2 Rivais Poderosos", é uma trilogia lançada no Neo Geo no inicio dos anos 1990. Foi a segunda franquia de jogos de luta criada pela SNK, seguindo Fatal Fury e se passando no mesmo universo fictício.

O primeiro Art of Fighting foi lançado em 1992 e teve duas continuações: Art of Fighting 2 (Ryuuko no Ken 2) em 1994 e The Path of the Warrior: Art of Fighting 3 (Ryuuko no Ken Gaiden) em 1996. Embora nenhuma continuação tenha sido produzida desde então, os personagens sobreviveram a sua inclusão na série The King of Fighters.

Este também foi o primeiro jogo de luta da SNK à trazer personagens criados pelo antigo ilustrador da empresa (que agora trabalha na Capcom) Shinkiro, que continuaria a criar personagens nas séries Fatal Fury e The King of Fighters.

A série serviu originalmente como uma pré-sequencia da série Fatal Fury, se passando durante o final dos anos 1970 e o início dos anos 1980. Isso refletiu na data de aniversário oficiais dos personagens da série, no qual é identificada em todos os jogos da série. No título Buriki One para Hyper Neo Geo 64 e na adaptação para PlayStation de Fatal Fury: Wild Ambition é apresentado uma versão atual de Ryo adotando a antiga identidade do seu pai, Mr. Karate.

É bom notar que a série The King of Fighters trás personagens da série Art of Fighting e a sua história se refere à mesma dos seus jogos de origem, porém KOF segue uma continuidade completamente diferente das séries Art of Fighting e Fatal Fury. Isso foi feito para que os personagens das duas franquias pudessem lutar lado-a-lado sem ter que fazê-los parecer mais velhos.



quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Fatal Fury (Série)


A série Fatal Fury conta a ascensão do "Lobo Solitário" Terry Bogard (clara referência ao título original japonês, que é traduzido como A Lenda do Lobo Faminto), e a simultânea queda do império criminoso de Geese Howard. Como muitos outros títulos da SNK daquela época, o primeiro jogo se passa na cidade estadunidense fictícia de South Town. Transbordada pela violência e corrupção, South Town forma o pano de fundo ideal para o torneio de luta anual "King of Fighters", organizado pelo notório rei do crime Geese Howard. Nenhum lutador havia conseguindo derrotar o seu "campeão" e mão-direita Billy Kane, até que Terry chegou na cidade.

O segundo jogo da série apresenta o meio-irmão de Geese, Wolfgang Krauser, que internacionaliza o antigo torneio local em uma tentativa de derrotar todos os combatentes mais fortes do mundo de uma vez. O torneio desapareceu da série no terceiro jogo, virando uma série própria (KOF). Ao invés disso, o terceiro jogo centraliza em Terry Bogard tentando impedir que Geese obtenha um pergaminho antigo que o daria poderes de uma antiga e perdida arte marcial perigosa.

Depois do terceiro jogo, a série seria renomeada para Real Bout Fatal Fury. Na sua primeira iniciativa, é vista a batalha derradeira entre Terry e Geese. O torneio "King of Fighters" retornou brevemente aqui. A segunda entrada, Real Bout Fatal Fury Special, pode ser considerada como uma releitura dos acontecidos de Wolfgang Krauser, já a terceira e ultima entrada "Real Bout Fatal Fury 2: The Newcomers" é um jogo focado no humor e nos gráficos, sem uma história propriamente definida - apenas a da introdução do novo personagem Alfred, que seria expandida no título exclusivo para PlayStation "Real Bout Fatal Fury: Dominated Mind".

Garou: Mark of the Wolves se passa uma geração após todos esses acontecimentos. O protagonista da vez é Rock Howard, o protegido de Terry que é filho de Geese, que faz descobertas terríveis sobre o seu passado quando entra no torneio.

O título Fatal Fury: Wild Ambition é um jogo de luta 3D que reconta a história do primeiro Fatal Fury, porém vários personagens originais foram substituídos com personagens de suas continuações como Kim Kaphwan, Mai Shiranui e Ryuji Yamazaki, assim como 2 novos personagens: Tsugumi Sendo e Toji Sakata. A adaptação para PlayStation ainda apresenta Mr. Karate e Duck King como personagens secretos.

Os produtores da série Takashi Nishiyama (desde o primeiro jogo) e Hiroshi Matsumoto (desde Fatal Fury 3), foram os planejadores do primeiro Street Fighter (no qual foram creditados como Piston Takashi e Finish Hiroshi, respectivamente). Matsumoto também é o criador da série Art of Fighting.




[ERA PÓS-TAKASHI NISHIYAMA]
Fatal Fury: Wild Ambition (1998)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Double Dragon (Série)



Frequentemente creditado pela criação e popularização do gênero Beat 'Em Up, este clássico da Technos of Japan na verdade ajudou apenas com a segunda parte - outro título da própria empresa foi responsável pela primeira, o Renegade. Double Dragon é um daqueles casos na década de 1980 aonde a versão caseira do jogo ajudou a popularizar o título muito mais do que a própria versão original para Arcades. Em uma época aonde os Arcades representavam quase metade do mercado consumidor de jogos, isso significava muito. Com mais de 10 versões caseiras lançadas no mercado, Double Dragon é um dos beat 'em ups mais famosos de todos os tempos.

Entretanto, depois do primeiro lançamento a série foi aos poucos perdendo o seu rumo e apenas as versões caseiras passaram à fazer sucesso - com versões Arcades bastante medíocres para os padrões da época. Depois de um período conturbado na transição dos 8 para os 16-bit, a Technos of Japan acabou entregando um jogo "completo pela metade" no Super Nintendo antes de produzir o que seria o seu penúltimo jogo antes de fechar as portas: a adaptação Arcade do filme da série, lançado em 1995 no Neo Geo. Mesmo com uma qualidade acima da média, isso não foi suficiente para salvar a sua falência em 1996.

Em 2001, alguns ex-funcionários se reuniram novamente para produzir uma versão atualizada no portátil da Nintendo (Game Boy Advance), sob a já formada nova empresa deles, a Million. Em 2002, uma empresa mexicana conhecida como Evoga tentou lançar uma continuação do jogo no Neo Geo, porém acabou lançando sim uma continuação espiritual com personagens e cenários baseados em Double Dragon, o Rage of the Dragons. Este jogo acabou não recebendo nenhum port fora do Neo Geo e é pouco conhecido pelos fãs da série. Em seguida, alguns personagens do RotD apareceram em outro título que foi produzido pela Noise Factory, o Power Instinct Matrimelee, também lançado no Neo Geo.

A última grande investida da série foi a produção de Double Dragon Neon pela Wayforward Technologies em 2010. Depois disso, os jogos que saíram não causaram tanto impacto ou foram apenas ports mal feitos de lançamentos anteriores em outras plataformas. É claro que houve também o crossover com a série Battletoads nos anos 1990, mas isso você confere na sessão de mascotes.


Double Dragon (1987) [**]
Double Dragon II: The Revenge (1988)
Double Dragon 3: The Rosetta Stones (1990)
Super Double Dragon (1992)
Double Dragon V: The Shadows Fall (1994)

Double Dragon (Neo Geo) (1995)
Double Dragon Advance [*]
Rage of the Dragons (2002)
Double Dragon Neon [*]


Legenda:
[*] Posts futuros
[**] Posts que serão atualizados em breve

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Mega Man (Série)


Mega Man, originalmente Rockman no Japão, é a série com maior número de jogos lançados na história da Capcom. Entre séries principais, sub-séries, spin-offs e outros tipos de entretenimentos eletrônicos, já foram mais de 80 lançamentos em 25 anos de vida. Uma série que começou no NES e conquistou o mundo com a sua simplicidade e alto carisma dos personagens, atualmente a série está fora dos planos da empresa que passa por uma grande reformulação interna depois de quase chegar a falência.

Além dos esperados lançamentos em sequencia, a Capcom também lançava concursos de desenho para receber ideias para novos Robot Masters e isso aumentava ainda mais a antecipação pelos jogos. Com tanto sucesso e jogos em sequencia, chegou à um ponto de um dos seus principais idealizadores, Keiji Inafune, não estar mais por trás de todos os lançamentos e começaram a ser criadas outras séries que até o momento não se sabe se tem ligação ou não com a série original, aumentando ainda mais aquelas conversas de final de semana.

Aqui no blog, eu fiz um post para cada jogo específico, separando, por exemplo, as versões portáteis e as versões de NES, e falando em separado de algumas coletâneas e relançamentos que tinham bastante conteúdo para se falar em separado. Todos os jogos da série principal foram abordados, assim como os diversos spin-offs de futebol, corrida, aventura, luta e tabuleiro. Nem mesmo o fan-game oficial que foi lançado no aniversário de 25 anos da série e o aguardado Mega Man Universe que foi cancelado escaparam da minha vista.


[ORIGINAIS DO NES]

[JOGOS PORTÁTEIS]

[16 e 32-BITS]

[ARCADES]

[COLETÂNEAS, RELANÇAMENTOS]

[NOVA FASE]

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Final Fight (série)


Antes de receber este título e se tornar uma série paralela aos acontecimentos de Street Fighter, Final Fight foi chamado de "Street Fighter '89" durante todo o seu desenvolvimento e teve o seu nome mudado para diferenciar as duas séries, que apesar de serem interligadas trazem conceitos bastante distintos. Apesar de um sucesso estrondoso nos Arcades, a série sofreu um pouco quando foi adaptada para consoles caseiros, mais especificamente no Super Nintendo - porém isso não impediu que a série se tornasse ainda mais famosa naquele momento.

Depois de um futuro incerto nos Arcades, a Capcom decidiu lançar as próximas continuações apenas no Super Nintendo devido à um pedido pessoal da Nintendo para concorrer com outra série que estava fazendo muito sucesso no Mega Drive na época: Streets of Rage. Final Fight 2 e 3 trouxeram o modo cooperativo que havia se perdido na adaptação do original do Arcade e também trouxeram algumas novidades para o gênero como os múltiplos caminhos e golpes especiais desferidos como se fossem um jogo de luta mas não tinham o mesmo acabamento ou aquele feeling único que o Arcade trazia.

Depois de um futuro incerto, os personagens do jogo começaram a aparecer e ganhar mais espaço na série Street Fighter Alpha. Guy, Rolento e Cody (e mais tarde a Maki também) ganharam espaço quase que regular em jogos de luta da Capcom, até que em 1999, 10 anos após o seu lançamento original nos Arcades, a série voltou com uma releitura do primeiro jogo baseado em um jogo de luta 3D bastante parecido com a série Street Fighter EX. Parece mesmo que o destino da série seria viver às sombras de Street Fighter para sempre, pois o sucesso deste lançamento foi muito abaixo do esperado e pouca gente sabe que ele existe até hoje.

Em 2006, tivemos o último jogo da série (FF Streetwise), um spin-off que foi bastante criticado pela jogabilidade pouco inspirada e momentos que arrancam risos de tão bem feitos que foram. Com o relançamento do jogo original dos Arcades em 2010 na Xbox Live e PlayStation Network a série voltou a ganhar visão, mas não novos títulos. Os personagens voltaram à aparecer no jogo Super Street Fighter IV e até mesmo o prefeito Mike Haggar foi meticulosamente escolhido para participar do jogo Marvel vs. Capcom 3.

Neste exato momento, o futuro da série ainda é incerto.

[JOGOS LANÇADOS]
Final Fight (1989)
Mighty Final Fight (1993)
Final Fight 2 (1993)
Final Fight 3 (1995)
Final Fight Streetwise (2006)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Street Fighter (Série)



Street Fighter é, sem sombra de dúvida, a maior série de jogos de luta já criada. Apesar de um lançamento não tão bem sucedido em 1987 e um pouco de indecisão nos anos seguintes que acabou até gerando na criação de outra série famosa da Capcom (Final Fight), Street Fighter II chegou em 1990 e mudou para sempre o rumo dos jogos de luta. Os controles e a movimentação dos personagens que não funcionavam muito bem no primeiro jogo foram totalmente corrigidos e isso abriu caminho não só para a Capcom produzir mais e mais jogos da série como também quase todas as empresas do ramo tentando criar um jogo à altura.

Assim como redefiniu o conceito dos jogos de luta, Street Fighter II também levantou uma questão na indústria: atualizações são realmente necessárias? Até o presente, a Capcom lançou 8 versões distintas do jogo, cada uma com visuais, jogabilidade e trilha sonora aprimoradas mas sempre mantendo a mesma base como fórmula. Apesar disso, a série já bateu todo tipo de recorde de vendas e também algumas limitações de hardwares aonde foi lançado, sempre deixando a sua marca na plataforma por onde passou.

Com tanto sucesso, é claro que vem as continuações. Nos anos 1990 a Capcom buscou até mesmo parcerias com outras empresas para explorar outras possibilidades, como a Arika que produziu a série Street Fighter EX. Já em Street Fighter Alpha pudemos ver que os personagens eram claramente inspirados nas animações que a série havia recebido naquela época, enquanto que Street Fighter III tentava reinventar os conceitos de jogabilidade incluindo também novos personagens para dar uma revigorada. Porém, com tanta exposição uma hora chega a saturação e a série ficaria aproximadamente 5 anos na geladeira da Capcom até que o próximo título da série fosse produzido.

Em Street Fighter IV, os conceitos anteriores foram simplificados e novamente tivemos personagens com traços e com expressões faciais mais próximas à uma animação do que modelos mais "realistas". Depois de 4 versões lançadas e diversos patches corrigindo a jogabilidade e adições de conteúdos adicionais, a Capcom anunciou que o futuro da série ainda é incerto mas que gostaria muito de lançar Street Fighter V para PlayStation 4 e Xbox One em um futuro próximo.


Street Fighter (1987) / Fighting Street (1989)


[STREET FIGHTER II]
Street Fighter II: The World Warrior (1991)
Street Fighter II': Champion Edition (1992)
Street Fighter II' Turbo: Hyper Fighting (1992)
Super Street Fighter II: The New Challengers (1993)
Super Street Fighter II Turbo (1994)
Hyper Street Fighter II: The Anniversary Edition (2003)
Super Street Fighter II Turbo HD Remix (2008)


[STREET FIGHTER ALPHA]
Street Fighter Alpha: Warrior's Dream (1995) [*]
Street Fighter Alpha 2 (1996) [*]
Street Fighter Alpha 3 (1998) [*]


[STREET FIGHTER EX]
Street Fighter EX (1996) [**]
Street Fighter EX2 (1998) [**]
Street Fighter EX3 (2000) [**]


[STREET FIGHTER III]
Street Fighter III: New Generation (1997)
Street Fighter III 2nd Impact: Giant Attack (1997)
Street Fighter III 3rd Strike: Fight for the Future (1999)


[STREET FIGHTER IV]
Street Fighter IV (2008) [**]
Super Street Fighter IV (2010) [**]
Super Street Fighter IV: 3D Edition (2011) [**]
Ultra Street Fighter IV (2014 [**]


[OUTROS JOGOS DA SÉRIE]
Street Fighter 2010: The Final Fight (1990) [**]
Street Fighter: The Movie (1995) [**]
Street Fighter II MOVIE (1995) [**]
Super Puzzle Fighter II Turbo (1996)
Super Gem Fighter Mini Mix (1997)


Legenda:

[*] - Post que será atualizado com novas atualizações em breve.
[**] - Post que será incluído no blog em breve.

Para jogos da série Capcom Crossovers, postarei links em breve!

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Mortal Kombat (Série)



Em uma época aonde as empresas orientais praticamente dominavam o mercado de consoles e arcades, 8 amigos se juntaram em uma garagem com alguns computadores de ponta e decidiram expandir e melhorar um conceito que já havia sido criado antes: digitalizar todos os personagens e golpes na frente de uma super câmera que captura movimentos e os processa para o computador, podendo ser editados em seguida. Até mesmo o astro Jean-Claude Van Damme foi convidado para fazer parte do projeto, mas infelizmente por conflitos contratuais ele acabou tendo que recusar o convite para interpretar o personagem Johnny Cage.

Depois de quase 2 anos em produção, o jogo finalmente foi lançado e junto com as suas seguintes continuações acabaram levantando uma questão por onde passou: os jogos precisam mesmo ser tão violentos assim para fazer sucesso? Neste caso, a resposta era sim. Todos queriam jogar com o Sub-Zero e arrancar a cabeça do oponente junto com a sua espinha dorsal, ou mesmo transformar o Liu Kang em um dragão e assistir ele dar uma abocanhada tão grande no oponente que metade do seu corpo é devorado. Graças ao sucesso de Mortal Kombat e outros jogos igualmente violentos lançados na época, em 1993 foi criada a ESRB, um orgão que analisa os jogos antes de serem lançados e fizem para qual faixa etária ele pode ser jogado.

Depois de uma trilogia bem sucedida, um quarto jogo um pouco divisor de opiniões e alguns spin-offs que não agradaram tanto assim, John Tobias deixou a Midway para fundar o seu próprio estúdio alguns anos depois enquanto Ed Boon continuou produzindo apenas jogos de luta da série Mortal Kombat, com cada vez mais conteúdo adicional incluído como puzzles, corridas de kart e até mesmo um modo de exploração 3D em estilo RPG no qual as batalhas são decididas no "tapa". Infelizmente, esse tipo de conteúdo acabou ficando melhor que o jogo de luta em si e apesar das vendas sempre serem altas, não impediu que o estúdio da Midway viesse a falir em 2009.

Hoje a série pertence a Warner Bros., que formou o estúdio Netherrealm Studios para produção de jogos de luta para os novos consoles da 7ª e 8 ª geração. Mortal Kombat "9" foi um sucesso tão grande que não apenas garantiu a sua continuação como também acabou criando uma outra série de sucesso da empresa chamada "Injustice", no qual heróis do universo DC Comics trocam sopapos com jogabilidade parecida com Mortal Kombat.


[CLÁSSICOS]
Mortal Kombat (1992)
Mortal Kombat II (1993)
Mortal Kombat 3 (1995)
Ultimate Mortal Kombat 3 (1995)
Mortal Kombat Trilogy (1996)

[TRANSIÇÃO PARA O 3D]
Mortal Kombat Mythologies: Sub-Zero (1997)
Mortal Kombat 4 (1997) / Mortal Kombat Gold (1999)
Mortal Kombat: Special Forces (2000)


[7ª GERAÇÃO DE CONSOLES]**
Mortal Kombat Deadly Alliance (2002)
Mortal Kombat Deception (2004)
Mortal Kombat Shaolin Monks (2005)
Mortal Kombat Armageddon (2006)


[8ª/9ª GERAÇÃO DE CONSOLES]**
Mortal Kombat vs. DC Universe (2008)
Mortal Kombat (2011)



[INJUSTICE]**
Injustice: Gods Among Us (2013)


*Posts ainda em produção. Atualização com os links em breve!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Samurai Shodown (Série)



Apesar de aqui no Brasil as palavras "Tokugawa" e "Hattori Hanzo" nos lembrarem principalmente o tokusatsu "Jiraiya: O Incrível Ninja" e o filme "Kill Bill", esses são nomes de figuras lendárias que viveram no Japão e são eternizadas até hoje em animes, filmes e neste caso com jogos de vídeo-game. Apesar de ter um folclore milenar e diversificado, algumas dessas figuras históricas são perdidas nas traduções muito mal produzidas por parte da SNK - que chegaram a receber um apelido que se usa até hoje no gênero, o "Engrish".

Enquanto os 2 primeiros jogos da série foram respectivamente os 2 jogos mais vendidos do Neo Geo, os jogos seguintes seguiram de uma maneira mais experimental e em alguns casos com um acabamento não tão refinado, fazendo com que a série jamais tivesse o mesmo reconhecimento novamente. Apesar do grande número de lançamentos com o passar dos anos, vários desses jogos tiveram lançamentos obscuros e em alguns casos não saíram fora do Japão, limitando um pouco o público alvo. O último jogo da série foi lançado em 2008 nos Arcades e chegou no ano seguinte no Xbox 360.

O futuro da série ainda é incerto, porém a SNK Playmore anda investindo pesado em suas máquinas de pachinko e já lançou 2 ou 3 com a temática do jogo.


[ERA NEO GEO]
Samurai Shodown (1993)
Samurai Shodown II (1994)
Samurai Shodown III (1995)
Samurai Shodown IV: Amakusa's Revenge (1996)
Samurai Shodown V (2003)
Samurai Shodown V Special (2004)


[JOGOS 3D]
Samurai Shodown 64 (1997)
Samurai Shodown 64: Warrior's Rage (1998)
Samurai Shodown: Warrior's Rage (1999)
Samurai Shodown Sen (2008)


[SPIN-OFFS]
Shinsetsu Samurai Spirits: Bushido Retsuden (1997) / aka: Samurai Shodown RPG
Samurai Shodown VI (2005)

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

The King of Fighters (Série)


A série KOF original incluía o ano que eles eram lançados ao invés de algorismos romanos. Estes jogos traziam um arco de história muito bem trabalhado, com um tema mítico que era inserido em histórias como "A Saga Orochi" e "A Crônica NESTS", com o título The King of Fighters XIII finalizando o arco "Os Contos de Ash" depois de quase 7 anos em produção. Da estréia da série em 1994 até 2003, novos títulos eram lançados anualmente, porém, desde 2004, acompanhando o maior tempo de desenvolvimento que os novos títulos requeriam, os jogos começaram a ser enumerados e serem lançados esporadicamente.

Com a repentina decisão da SNK Playmore em investir pesado nos mercados de Pachinko, os jogos da série KOF se tornaram uma incógnita até o anuncio feito em Novembro de 2015 no qual ela não apenas abandonou as máquinas de caça-níquel como também estaria voltando ao foco original de jogos para consoles de mesa. Isso tudo aconteceu logo após a sua aquisição por um grupo chinês de investidores que anunciou que estará investindo em um sistema "Universo Marvel" de ligação entre os próximos jogos produzidos pela empresa, que provavelmente se iniciará em The King of Fighters XIV, jogo lançado em 2016 pela empresa.

Depois desta aquisição, a SNK Playmore, que voltou a utilizar seu antigo logo "SNK", anunciou que vai aos poucos deixar o mercado de Pachinkos e passará a investir em títulos inéditos para Smartphones, porém o seu plano ocidental para este último não é bem claro. Alguns títulos como "The King of Fighters '97 OL" já foram lançados, porém não há uma espectativa de serem lançados em inglês. Por enquanto, a parceria com a DOT EMU vai rendendo relançamentos em diversas plataformas como The Last Blade no Steam, PlayStation 4 e PlayStation Vita.

A medida que mais informações sobre esses jogos obscuros forem aparecendo, eu vou adicionar aqui.


[A SAGA OROCHI]
The King of Fighters '95


[OS CONTOS DE ASH]
The King of Fighters 2003


[SÉRIE "UM" ~REMAKES~]


Esses títulos são versões que modificaram as 2 principais entradas da série, "KOF '98" e "KOF 2002", levando-os para especificações modernas. Seu conteúdo é essencialmente o mesmo de um novo lançamento da série: maior número de personagens, tela de seleção de personagens refeitas, nova artwork, novos Super Special Moves e ajustes feitos no balanceamento do jogo. O sufixo "UM" se refere ao subtitulo de ambos lançamentos, "Ultimate Match" e "Unlimited Match".





[SÉRIE MAXIMUM IMPACT ~SPIN-OFF~]


Esses 3 títulos devem ser chamados de "Another KOF", pois a sua história se passa em um universo paralelo ao da série principal. O jogo introduziu os  modelos tridimensionais para a série KOF, surpreendendo os fãs. Centralizado em novos personagens principais chamados "Alba" e "Soiree", o jogo introduziu uma série de sistemas de combate novos como o SIDESTEP e CIRCLE MOTION, que só eram possíveis graças a movimentação tridimensional, assim como os novos STYLISH MOVES; isso tudo fez ccom que os títulos deixassem uma marca entre os fãs dos jogos de luta da SNK, seja positivamente ou negativamente.

O primeiro título foi produzido pela Noise Factory, porém a partir do segundo a então SNK Playmore já tomou conta de toda a produção do título.




[ANIVERSÁRIO DE 10 ANOS]


Esses 2 títulos foram lançados em 2004 para comemorar o aniversário de 10 anos da série The King of Fighters. O spin-off "The King of Fighters Neowave" foi desenvolvido para a placa Atomiswave, uma nova plataforma de jogos Arcade na época, como uma espécie de "teste" do novo hardware que a SNK Playmore passaria a trabalhar a partir daquele momento. Já "The King of Fighters '94 RE-BOUT" era uma renovação da estréia da série desenvolvida especialmente para a data que trás conteúdos novos como gráficos em alta resolução, o uso da função TEAM EDIT e a adição de uma abertura em animação.





[ANIVERSÁRIO DE 15 ANOS]


O aniversário de 15 anos da série The King of Fighters veio com 2 propostas: trazer a Saga Orochi para consoles já firmados no ocidente (Wii, PlayStation 2 e PSP) com alguns extras em relação ao que foi lançado no oriente e a renovação da série com novos visuais (pela primeira vez em HD). Em "KOF XII" tivemos o primeiro exemplo de sprites animados em alta definição e feitos à mão da série, e a volta do famoso "Dream Match" na escolha dos personagens para o jogo.

Este foi um período meio conturbado para a SNK Playmore, que buscava novas maneiras de melhorar a qualidade dos jogos mas esbarrava em orçamentos pequenos e uma equipe não tão grande quanto às concorrentes.



The King of Fighters Collection: The Orochi Saga**


[JOGOS PORTÁTEIS]*


*Posts que ainda serão atualizados com novas informações.
**Novos posts em breve!